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Em 20 de outubro de 2010 a então presidenta do PSOL pediu afastamento do partido. Até ali Heloísa Helena já tinha um passado de muita polêmica, quando o assunto era sua vida política.

Ainda em 1996 {{pelo partido que a expulsaria, anos mais tarde}} processou sua adversária Kátia Born por “vida sexual atípica” {{vulgo processou por ser lésbica}}. Mais tarde pediu desculpas e culpou seus advogados pelo processo {{não acredite em mim}}. Sua adversária à época, a definiu da seguinte forma:

 “Ela não tem compromisso com nenhum projeto político. Só pensa na própria carreira”

"Ela tem vida sexual! Digo, Ela tem vida sexual atípica!!"

 



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Posteriormente, já senadora pelo mesmo PT, começou a votar contra o que chamou de “decisões neoliberais do setor econômico do PT”. Foi expulsa.

É bem verdade que antes de começar a votar contra o partido e ser expulsa ela tentou se eleger, internamente. Perdeu.

Heloísa Helena, auto-proclamada feminista, é contra o aborto por questões religiosas. Na última campanha eleitoral, no cargo de presidente do PSOL, fez questão de não apoiar o candidato de seu partido, Plínio de Arruda Sampaio, e apoiar a candidata do Partido Verde, Marina Silva.

Criou um site diferente do partido, tirou o site oficial do ar. E antes de ser expulsa do partido que ela mesma criou, saiu, alegando:

2. Comunico à Direção Nacional e Militância do PSOL a minha decisão de formalizar o que de fato já é uma realidade há meses, diante das alterações estatutárias promovidas pela maioria do DN me afastando das atribuições da Presidência. Como é de conhecimento de todas(os) fui eleita no II Congresso Nacional por uma Chapa Minoritária, composta majoritariamente pelo MES e Poder Popular (MTL), em um momento da vida partidária extremamente tumultuado que mais parecia a velha e cruel opção metodológica das lutas internas pelo aparato diante dos escombros de miserabilidade e indigência da nossa Classe Trabalhadora. Daí em diante o aprofundamento da desprezível carnificina política foi ora transparente ora dissimulado mas absolutamente claro!

Assim sendo, em respeito à nossa Militância e aos muitos Dirigentes que tanto admiro e por total falta de identidade com as posições assumidas nos últimos meses pela maioria das Instâncias Nacionais (culminando com o apoio a Candidatura de Dilma!) tenho clareza que melhor será para a organização e estruturação do Partido o meu afastamento e a minha permanência como Militante Fundadora do PSOL, sempre à disposição das nobres tarefas de organização das lutas do nosso querido povo brasileiro! Avante Camaradas!

{{não acredite em mim – Uol}}

 

Onde está Heloísa Helena, hoje? Dando aulas de enfermagem na Universidade Federal de Alagoas.

Marina Silva era do PT.

Ministra do meio ambiente, bem articulada, saiu do governo e do PT em 2009 dizendo que:

Não se trata mais de fazer embate dentro de um partido em que eu estava há cerca de 30 anos, mas o embate em favor do desenvolvimento sustentável.

{{não acredite em mim}}

Ingressou no PV com a tentativa de levar esse debate de desenvolvimento sustentável à presidência da república. Ficou em 3º lugar, com 20 milhões de votos politicamente corretos.

Posteriormente saiu do PV, alegando:

Chegamos nesse momento em que reconhecemos que não é possível trilhar esse caminho dentro do PV. As resistências internas, que durante a campanha eram veladas e pontuais, expressaram-se claramente na sua totalidade.

{{não acredite em mim}}

Releia os destaques em vermelho e grifados, da carta da Heloísa Helena e da carta de Marina Silva. Leu?! Agora me diga: qual o futuro de Marina Silva na política?!

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